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DILMA ASSINA DECRETO QUE PODE PERDOAR OS CRIMES DE DIRCEU.

A presidente Dilma assinou nesta quarta, 23, um decreto que pode livrar muitos criminosos da cadeia neste Natal, entre eles, o símbolo da resistência e herói do PT, José Dirceu. Como o petista ainda não teve sua segunda prisão decretada pelo juiz Sérgio Moro, não é considerado oficialmente reincidente, o que o excluiria do benefício. Para obter o benefício os advogados deverão entrar com pedido na justiça. Os pagadores de impostos torcem para que Moro seja mais rápido que os advogados.

MANOBRA INCONSTITUCIONAL DO MINISTRO BARROSO MOSTRADA EM VÍDEO.

Na leitura do seu voto, durante a votação do rito de impeachment da presidente Dilma no Supremo Tribunal Federal, o ministro Barroso omite o trecho do regulamento interno da Câmara que legitima o voto secreto para formação da comissão. Com isso, uma inconstitucionalidade foi aprovada pelo Supremo Tribunal Federal, casa que deveria zelar pelo cumprimento da Lei Magna.

MPF-SP CITA DILMA E LULA EM PROCESSO.

O Ministério Público Federal de São Paulo entrou com uma ação contra a presidente Dilma e o ex-presidente Lula para evitar a prescrição do crime -mais um - de improbidade administrativa. Os petistas são suspeitos de envolvimento em irregularidades numa licitação da Transpetro para a instalação de um estaleiro em Araçatuba-SP e a fabricação de 20 comboios para transporte de etanol em 2010. "Os procuradores que atuam no caso entendem haver indícios do envolvimento de Lula e Dilma no direcionamento do contrato para a cidade de Araçatuba. Como a Justiça ainda não decidiu em qual Estado o processo deve tramitar (São Paulo ou Rio de Janeiro) e como ambos não responderam a questionamentos, os procuradores entraram com a ação para evitar que o crime de improbidade expire", informa o Expresso, do site da Época.

O MINISTRO LEWANDOWSKI TEM RAZÃO. A DECISÃO DO STF SOBRE O RITO DO IMPEACHMENT NÃO DEIXA DÚVIDAS.

Em reunião aberta com Eduardo Cunha e alguns líderes de partidos, Ricardo Lewandowski, ministro do Supremo Tribunal Federal, afirmou que o decisão tomada pelo tribunal não deixa dúvidas sobre o rito de impedimento da presidente Dilma.  Cunha, como presidente da Câmara e responsável pelo andamento do processo, pediu a reunião para tirar algumas dúvidas, Lewandowski mostrou que, em termo de manobras, o presidente do STF pode dar lições ao deputado. O simples fato de a reunião ter sido aberta - o que é bom para a todos os cidadãos, mas não comum nas reuniões do STF- é mostra do poder de manobra do magistrado.  Quando o Supremo Tribunal Federal decidiu mudar a Constituição, criar leis de votação para a Câmara e dar novas atribuições ao Senado, estava sendo claro: faria o diabo para impedir que a ação de impeachment da presidente Dilma siga os trâmites legais.

INSS LANÇA EDITAL COM 950 VAGAS PARA CONCURSO PÚBLICO.

O tão esperado edital para o concurso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi finalmente liberado. Serão 800 vagas para nível médio ou técnico equivalente, com salário de R$ 4886,87 para jornada de trabalho de 40 horas semanais e 150 vagas para nível superior em Serviço Social com salário de R$ 7496,09 com jornada de 40 horas semanais. Confira o edital clicando aqui. Para fazer sua inscrição, clique aqui.

A PRESIDENTE VALE MAIS QUE A LEI. Relator pede aprovação das pedaladas.

Depois de ver o STF atropelar a Constituição Federal e interferir no regimento interno da Câmara para aliviar a vida da presidente Dilma, o senador Alcir Gurgacz, relator das pedaladas, resolveu seguir o mesmo caminho. As contas da presidente foram rejeitadas por unanimidade em outubro pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que encontrou irregularidades que feriam a Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal e acarretaram um rombo de R$ 57 bilhões no orçamento. Mas relatório do TCU não tem a menor importância para o relator.  "Por que tem que prevalecer o entendimento do TCU? Ele manda uma indicação para o Congresso. Quem vota está aqui", disse Alcir.  O senador argumenta que é preciso ter cuidado para não engessar as administrações públicas estaduais, municipais e federais com o precedente que seria aberto caso as irregularidades de Dilma sejam punidas. Para o relator, todos os crimes de irresponsabilidades são aceitáveis em nome da administração. Pode-se fechar ...

MINISTRO DISCUTE OS CRIMES DO GOVERNO FEDERAL COM OS BANCOS PÚBLICOS.

O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, conversou neste domingo, 20, com os presidentes Alexandre Correa Abreu, do Banco do Brasil, Luciano Coutinho, do BNDES e Míriam Belchior, da Caixa Econômica Federal. O assunto foi acertar o pagamento dos quase R$ 60 bilhões acumulados   em dívidas  geradas pelos crimes cometidos pelo governo federal nos dois últimos anos - as chamadas pedaladas. Joaquim Levy, seu antecessor, defendia o pagamento integral, mas Barbosa deve dividir em suaves prestações, pois não faria sentido pagar tudo em um dia e pegar de volta no dia seguinte, afinal, o novo ministro gosta de investir, não importa a quem pertença os recursos. Nelson Barbosa