Em reunião aberta com Eduardo Cunha e alguns líderes de partidos, Ricardo Lewandowski, ministro do Supremo Tribunal Federal, afirmou que o decisão tomada pelo tribunal não deixa dúvidas sobre o rito de impedimento da presidente Dilma.
Cunha, como presidente da Câmara e responsável pelo andamento do processo, pediu a reunião para tirar algumas dúvidas, Lewandowski mostrou que, em termo de manobras, o presidente do STF pode dar lições ao deputado.
O simples fato de a reunião ter sido aberta - o que é bom para a todos os cidadãos, mas não comum nas reuniões do STF- é mostra do poder de manobra do magistrado.
Quando o Supremo Tribunal Federal decidiu mudar a Constituição, criar leis de votação para a Câmara e dar novas atribuições ao Senado, estava sendo claro: faria o diabo para impedir que a ação de impeachment da presidente Dilma siga os trâmites legais.
Cunha, como presidente da Câmara e responsável pelo andamento do processo, pediu a reunião para tirar algumas dúvidas, Lewandowski mostrou que, em termo de manobras, o presidente do STF pode dar lições ao deputado.
O simples fato de a reunião ter sido aberta - o que é bom para a todos os cidadãos, mas não comum nas reuniões do STF- é mostra do poder de manobra do magistrado.
Quando o Supremo Tribunal Federal decidiu mudar a Constituição, criar leis de votação para a Câmara e dar novas atribuições ao Senado, estava sendo claro: faria o diabo para impedir que a ação de impeachment da presidente Dilma siga os trâmites legais.

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