Depois de ver o STF atropelar a Constituição Federal e interferir no regimento interno da Câmara para aliviar a vida da presidente Dilma, o senador Alcir Gurgacz, relator das pedaladas, resolveu seguir o mesmo caminho.
As contas da presidente foram rejeitadas por unanimidade em outubro pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que encontrou irregularidades que feriam a Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal e acarretaram um rombo de R$ 57 bilhões no orçamento.
Mas relatório do TCU não tem a menor importância para o relator.
"Por que tem que prevalecer o entendimento do TCU? Ele manda uma indicação para o Congresso. Quem vota está aqui", disse Alcir.
O senador argumenta que é preciso ter cuidado para não engessar as administrações públicas estaduais, municipais e federais com o precedente que seria aberto caso as irregularidades de Dilma sejam punidas. Para o relator, todos os crimes de irresponsabilidades são aceitáveis em nome da administração.
Pode-se fechar o TCU.
As contas da presidente foram rejeitadas por unanimidade em outubro pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que encontrou irregularidades que feriam a Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal e acarretaram um rombo de R$ 57 bilhões no orçamento.
Mas relatório do TCU não tem a menor importância para o relator.
"Por que tem que prevalecer o entendimento do TCU? Ele manda uma indicação para o Congresso. Quem vota está aqui", disse Alcir.
O senador argumenta que é preciso ter cuidado para não engessar as administrações públicas estaduais, municipais e federais com o precedente que seria aberto caso as irregularidades de Dilma sejam punidas. Para o relator, todos os crimes de irresponsabilidades são aceitáveis em nome da administração.
Pode-se fechar o TCU.
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| Alcir Gurgacz |

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