Depois de ver a meta fiscal diminuída de 0,7% para 0,5%, Joaquim Levy jogou a toalha. Mas isso foi só uma gota num oceano de irresponsabilidades do governo Dilma.
O ex-ministro foi um técnico perdido num chiqueiro político. Suas decisões foram todas substituídas pelas decisões opostas de Nelson Barbosa, então ministro do Planejamento. Só havia consenso quando as ideias traziam recursos para alimentar o ímpeto gastador do governo, como o aumento de impostos ou a diminuição dos direitos adquiridos pelos trabalhadores. Quando o assunto era economia da máquina, aí entravam os avermelhados sindicalistas e o sempre atento Barbosa, o rei da gastança do governo petista e agora substituto de Levy. Os repasses às centrais sindicais então garantidos, mas o ajuste fiscal elaborado por Levy, não. Que a população se prepare para a enxurrada de medidas provisórias aumentando tributos de toda ordem, pois é do bolso do povo que se alimenta os porcos insaciáveis da política.
O ex-ministro foi um técnico perdido num chiqueiro político. Suas decisões foram todas substituídas pelas decisões opostas de Nelson Barbosa, então ministro do Planejamento. Só havia consenso quando as ideias traziam recursos para alimentar o ímpeto gastador do governo, como o aumento de impostos ou a diminuição dos direitos adquiridos pelos trabalhadores. Quando o assunto era economia da máquina, aí entravam os avermelhados sindicalistas e o sempre atento Barbosa, o rei da gastança do governo petista e agora substituto de Levy. Os repasses às centrais sindicais então garantidos, mas o ajuste fiscal elaborado por Levy, não. Que a população se prepare para a enxurrada de medidas provisórias aumentando tributos de toda ordem, pois é do bolso do povo que se alimenta os porcos insaciáveis da política.
| Joaquim Levy e Nelson Barbosa |
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