Os médicos peritos do INSS estão em greve há mais de 100 dias e o governo não move uma palha para resolver o impasse.
Segundo Érika Pereira, representante da Associação Nacional de Médicos Peritos da Previdência Social do Maranhão "Esse retardo é prejudicial à população sim, já está havendo um acúmulo muito grande de atividades e a gente pede para que o governo veja esse ponto da questão da carreira. A categoria pediu o aumento salarial por perda inflacionária, mas esse não é o ponto principal. O principal é melhorar a nossa atividade".
O "segurado"sofre duplamente, com a doença e com a falta de recursos básicos para sua sobrevivência.
"Não tô recebendo nada. Nem da empresa e nem do INSS. A minha filha mais velha que trabalha, nem um salário ela ganha, ela ganha R$ 500,00. Com esse que ela se mantém e me ajuda". disse a copeira Francisca Silva, na sua quarta tentativa de conseguir uma perícia.
Mais de um milhão de perícias já foram remarcadas.
Dependendo da região, a data do retorno é para final de março do próximo ano. Com isso, a Previdência retém nos cofres públicos os recursos que pertencem a seus segurados, que penam e mendigam por meses a fio.
Segundo Érika Pereira, representante da Associação Nacional de Médicos Peritos da Previdência Social do Maranhão "Esse retardo é prejudicial à população sim, já está havendo um acúmulo muito grande de atividades e a gente pede para que o governo veja esse ponto da questão da carreira. A categoria pediu o aumento salarial por perda inflacionária, mas esse não é o ponto principal. O principal é melhorar a nossa atividade".
O "segurado"sofre duplamente, com a doença e com a falta de recursos básicos para sua sobrevivência.
"Não tô recebendo nada. Nem da empresa e nem do INSS. A minha filha mais velha que trabalha, nem um salário ela ganha, ela ganha R$ 500,00. Com esse que ela se mantém e me ajuda". disse a copeira Francisca Silva, na sua quarta tentativa de conseguir uma perícia.
Mais de um milhão de perícias já foram remarcadas.
Dependendo da região, a data do retorno é para final de março do próximo ano. Com isso, a Previdência retém nos cofres públicos os recursos que pertencem a seus segurados, que penam e mendigam por meses a fio.

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