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| Michel Temer/vice presidente |
Michel Temer, vice presidente da República, tem se encontrado com os tucanos Alckmin, Serra e Aécio, principais prováveis candidatos da oposição à presidência. Essa aproximação do PMDB com o PSDB tem causado arrepios de desconfiança na moribunda presidente Dilma, que já ordenou a seus articuladores políticos virgília redobrada na rotina do seu vice. Antes desses encontros, Temer teve a assessoria do mestre da mentira, delator famoso do regime militar, com suas façanhas detalhadamente descritas no livro Assassinato de Reputações, de Romeu Tuma Jr: o ex-presidente Lula, que vê no impeachment a única salvação do PT. Todos sabem que se Dilma continuar por mais tempo, não vai sobrar nada para roubar. Talvez nem sobre país para governar.
O plano conspiratório arquitetado pelo PT, PMDB e PSDB pode ser a única solução para que eles não morram à míngua nos próximos anos: cassa-se Dilma, entra Temer. O PT passa três anos se reorganizando e acusando o PSDB de ter dado um golpe, ambos lançam candidato em 2018, com apoio do sempre dividido PMDB. A saída de Dilma aumenta muito as possibilidades de todos.
Para roubar é preciso antes mentir e trair. E todos sabem que depois da queda da presidente, tudo que ficar acertado agora pode mudar.
Temer, se estiver bem no final do mandato, vai lançar sucessor.
O PT não tem nada a oferecer, só quer sobreviver.
O PSDB deseja a queda de Dilma e Temer via TSE, mas com o impeachment no forno e a quadrilha do poder dividida, agora parece ser a hora oportuna do abate.
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| Aécio, Lula, Serra e Alckmim |


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