Quando o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, anunciou a abertura da votação secreta para a formação da comissão do impeachment, os apoiadores do governo partiram para a frente das cabines para impedir a entrada dos deputados que queriam votar. "Houve incidentes desnecessários, quebradeiras,
agressões. Alguma coisa tem que ser feita. Não se pode permitir que um tumulto
dessa natureza afeta o processo legislativo normal. Se alguém tem alguma contestação
há um foro apropriado para isso, mas jamais na forma da agressão, da depredação
do patrimônio público", disse Cunha, que vai usar as imagens internas para identificar os vândalos e agressores. Entre cabeçadas, tapas e berros, dez urnas foram destruídas.
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| Urna quebrada pelos deputados. |

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