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EXÉRCITO NÃO TEM DINHEIRO PARA BATALHA CONTRA MOSQUITOS.

Depois de anunciada em rede nacional pela presidente Dilma, a ajuda das Forças Armadas no combate ao mosquito Aedes Aegypti pode não ser possível em Pernambuco por falta de verbas. Prefeitos da região se recusam a dividir a conta e vão cobrar da presidente um auxílio mais efetivo.
 "Alguns prefeitos foram avisados que terão de arcar com os gastos de combustível e alimentação dos militares. Se for assim, é preferível criarmos uma bolsa ou gratificação para mobilizar pessoas da própria comunidade. Os municípios não têm recursos", afirma José Patriota (PSB), prefeito de Afogados da Ingazeira (PE) e presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe).
O Exército confirmou que os custos da mobilização ficarão por conta da Secretaria de Saúde de Pernambuco, mas não detalhou os valores.
Os prefeitos também querem a revogação de uma portaria editada pelo Ministério da Saúde que estabeleceu o número máximo por município de agentes de combate a endemias pagos com recursos federais. Segundo Patriota, a medida acarretou na demissão de cerca de 40% dos profissionais nos municípios.
Se as Forças Armadas não têm verbas próprias para se manter numa missão de combate a mosquitos, podemos concluir que o país está desguarnecido, podendo ser tomado até por saqueadores montados em cavalos de pau.

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