Depois de anunciada em rede nacional pela presidente Dilma, a ajuda das Forças Armadas no combate ao mosquito Aedes Aegypti pode não ser possível em Pernambuco por falta de verbas. Prefeitos da região se recusam a dividir a conta e
vão cobrar da presidente um auxílio mais efetivo.
O Exército confirmou que os custos da mobilização ficarão por conta da Secretaria de Saúde de Pernambuco, mas não detalhou os valores.
Os prefeitos também querem a revogação de uma
portaria editada pelo Ministério da Saúde que estabeleceu o
número máximo por município de agentes de combate a endemias pagos com recursos
federais. Segundo Patriota, a medida acarretou na demissão de
cerca de 40% dos profissionais nos municípios.
Se as Forças Armadas não têm verbas próprias para se manter numa missão de combate a mosquitos, podemos concluir que o país está desguarnecido, podendo ser tomado até por saqueadores montados em cavalos de pau.

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