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DILMA, PARA MUDAR MAIS. Mas não querem deixar a presidente continuar mudando.

A presidente Dilma foi reeleita democraticamente e de forma isenta pela maioria da população brasileira. E foi uma batalha dura, sua reeleição. Os gastos ultrapassaram o limite previsto em lei, mas ela protocolou, dois dias antes dos eleitores isentos depositarem seus votos na urna,um pedido de ampliação dos seus milhões nos gastos com a campanha. O crime já estaria cometido, mas só se pode chamar de crime depois de julgado, e isso demora...
Eleita, divulga-se os dados de um país quebrado. A dívida pública na casa dos 2,3 trilhões, quase 200 bilhões a mais que o ano passado. 
Mas ela foi eleita para continuar mudando. E já se sabe que haverá mudanças na metodologia usada para medir o Produto Interno Bruto, PIB. Mudada a metologia tudo se resolve, como os dados da população pobre que caiu de 7% para menos de 2% só com essa mágica utilizada no governo Lula.
A mudança não acaba aí. Nem a irresponsabilidade.
Assim como nos gastos com a reeleição a presidente foi irresponsável também com os gastos públicos. A diferença é o montante, que passa de milhões para bilhões. É preciso gastar menos do que se arrecada - e olha que neste ano a arrecadação de impostos bateu todos os recordes - para se ter superávit. Mas a meta de economia não foi alcançada e Dilma, para continuar mudando, enviou um projeto de lei que modifica as regras da Lei de Diretrizes Orçamentárias depois do crime cometido. Sim, crime sem aspas, pois o não cumprimento da lei é crime e a lei não foi mudada. Ainda!
Como na reeleição, a votação do projeto que pode livrá-la deste crime de responsabilidade será de forma democrática, pelo voto isento dos parlamentares que terão, caso aprovem a emenda, um acréscimo de 750 mil reais para investirem em suas bases. Ah, este agrado ou assédio não é promessa de campanha da nossa presidente, está publicado no Diário Oficial da União. 
A mudança só depende da sensibilidade dos parlamentares! 

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