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| Arthur Chioro, ministro da Saúde |
Segundo o ministro, o orçamento enviado para o Congresso prevê repasse de verbas suficiente para manter a péssima qualidade de atendimento do SUS somente até outubro, depois acontece a tragédia total.
"Um colapso no sistema. UPAs (Unidade de Pronto Atendimento), Samus, hospitais, prontos-socorros, transplantes, serviços de hemodiálises, serviços de análises clínicas não terão recursos para funcionar. As Santas Casas, as prefeituras e os governos estaduais não terão condições de colocar em funcionamento a operação de serviços sem três meses de repasses", alerta o ministro.

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