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| FotoReuters |
Hoje começa um novo ano para o mundo. Para o Brasil, hoje acaba o ciclo do atraso.
Depois de mais de uma década de corrupção o país terá um presidente eleito com a promessa de combatê-la. Ao colocar Sérgio Moro - símbolo internacional do combate à corrupção - como ministro, o agora presidente Jair Bolsonaro demonstra que não vai ficar só na promessa.
Quando Lula assumiu no seu primeiro governo, duvidava-se da sua capacidade de dirigir o país, mas não se pode negar que também havia, apesar das desconfianças, a esperança de um futuro melhor. O que ninguém sabia, exceto Lula e seus asseclas, era que uma organização criminosa, e não um partido, estava recebendo a chave do cofre do dinheiro público. Com o poder e o dinheiro nas mãos, o PT colocou em prática seu plano de nunca mais se afastar deles. Assim, comprou, com distribuição de cargos e propina em dinheiro vivo, a reeleição do seu comandante máximo, e elegeu e reelegeu uma anta chamada Dilma Rousseff, posteriormente deposta por crimes administrativo. Seu vice, Michel Temer, que também responde por crimes, concluiu ontem essa era perdida.
O estrago deixado na Educação, na Saúde, na Segurança e na economia do país não será fácil de se consertar, mas é um alívio saber que o fundo do poço não será mais escavado.
Em tUMA ERA PERDIDAodo começo de ano há um clima de esperança, uma sensação de que tudo vai dar certo na vida, mas em 2019 esse sentimento está potencializado com a saída do Partido dos Trabalhadores do governo.

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