Parece que praticar ilegalidades não é problema para aqueles que têm como principal função fiscalizar o cumprimento das leis. Depois que o STF considerou legal um inquérito inconstitucional, baseado no que (NÃO) diz seu regimento interno que qualquer ministro da suprema corte pode investigar, censurar e mandar prender quem ele bem entender, agora é a vez do procurador-geral da República, Augusto Aras, aparecer como suspeito de tentar acessar dados sigilosos das forças-tarefas da Lava Jato, como quebra de sigilo telefônico, fiscal e telemático provenientes de medidas judiciais, sem uma ordem judicial que justificasse tal acesso. Esse dados são protegidos por leis constitucionais. Mas o que é a Constituição quando se tem um regimento interno?
Como nem todo agente público é conivente com atos suspeitos de ilegalidades, os grupo da Lava Jato que atua na PGR se demitiu.
Como nem todo agente público é conivente com atos suspeitos de ilegalidades, os grupo da Lava Jato que atua na PGR se demitiu.

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