Pular para o conteúdo principal

CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO X PRESIDIÁRIO


O Conselho Federal de Administração pede esclarecimento ao hotel que contratou o ex-ministro e atual presidiário da Papuda, José Dirceu, como gerente. Por não ser formado em administração, o criminoso não poderia exercer o cargo que é uma função regulamentada por lei!
Acontece que José Dirceu foi condenado justamente por andar às margens da lei. E depois, o dono do hotel não o contratou por sua formação acadêmica e sim para acelerar a liberação pela ANATEL da concessão de um canal de televisão que aguarda há tempos!
Veja a nota do CFA:
Em resposta aos inúmeros e-mails endereçados à Ouvidoria do Conselho Federal de Administração (CFA) e do Conselho Regional de Administração do Distrito Federal (CRA-DF) e aos pedidos de manifestação dos diversos órgãos de imprensa, esclarecemos o que se segue sobre fatos veiculados pela mídia a respeito da possível contratação do ex-Chefe da Casa Civil, José Dirceu, pelo Hotel Saint Peter:
O Sistema CFA/CRAs é responsável pela fiscalização e disciplina da profissão de Administrador, profissão regulamentada, nos termos da Lei 4.769/65 e legislações complementares. Assim, o exercício de atribuições consignadas nos referidos diplomas cabem aos Administradores registrados no seu respectivo conselho.
O cargo de Gerente Administrativo do referido hotel, legalmente, possui atribuições, as quais deverão ser informadas, após notificação e em prazo legal, ao CRA-DF, que analisará o caso, na forma da lei e adotará, se for o caso, as medidas cabíveis e previstas na legislação.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

ORIGEM DA LITERATURA DE CORDEL.

A partir do século XVIII, os folhetos de feira, chamados em Portugal de "folhas volantes" ou "folhas soltas", passaram a ser conhecidos também como literatura de cego, devido a uma lei promulgada por Dom João V, autorizando o comércio dos folhetos pela Irmandade dos Homens Cegos de Lisboa. Na Espanha e nos países de língua espanhola da América Latina, os folhetos de cordel são conhecidos como "pliegos sueltos" e também são chamados de "hojas" e "corridos". Especialmente na Argentina, México, Nicarágua e Peru, usando temas semelhantes aos da literatura de cordel nordestina. Na Alemanha, com a maior parte do conteúdo em prosa, eram impressos nas tipografias e vendidos nos mais diversos lugares, como universidades, igrejas, feiras, mercados, etc., com ilustrações em xilogravuras. Era comum haver indicação de melodia para o acompanhamento do folheto em versos. Há comprovação de que na Holanda do século XVII, havia o...

EDUARDO CUNHA ACUSADO DE EXIGIR PROPINA. Nervoso, Presidente da Câmara vai romper com Dilma.

Eduardo Cunha Acusado de exigir propina de 5 milhões de dólares por um delator, Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, reuniu-se com o vice-presidente da República Michel Temer para anunciar o rompimento de relações com o governo. Disse que a delação foi arquitetada pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot e que é uma “vingança do planalto”. Prometeu uma coletiva para esta sexta feira, 11 horas, quando anunciará o fim da relação. Há dois pontos que gostaria de analisar: 1 - O que significa “romper com o governo”? O presidente da Câmara deveria trabalhar visando o bem geral e não para agradar ou desagradar esta ou aquela vontade do Executivo. Os sentimentos rancorosos de Eduardo Cunha não podem influenciar nas decisões do plenário e prejudicar aprovações de projetos importantes para a sociedade somente para retaliar outro Poder. 2 – A delação premiada é um instrumento usado para facilitar as investigações. Não provar o que diz ou mentir pode não trazer ...

SE NÃO COMPARECER À POSSE, O TERMO ASSINADO POR LULA É ILEGAL.

Falsidade ideológica Art. 299.  Omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante. Lula precisa estar presente na posse para que o termo seja considerado válido com a assinatura do ex-presidente.