Um ano depois de condenado por crime de corrupção ativa José Jenoíno se entrega para cumprir a pena de seis anos e onze meses de prisão. Ficou cinco dias!
E nesse longo período em que esteve preso ainda teve direito a visitas e tempo para entrevistas, privilégio que só os criminosos da elite podem ter!
Há quem diga que um criminoso como ele nem deveria estar preso, pois a prisão decretada durante um feriado nacional foi um ato ilegal do truculento presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa. Legal mesmo seria ter o bandido solto, desfrutando do feriadão, no entender dos defensores de Jenoino! Pensam até em pedir o impeachment do "precipitado" magistrado, como se tivesse sido ele e o único responsável pela condenação dos membros da quadrilha da qual Jenoino fazia parte, e não a maioria dos membros da mais alta corte do país. (Vale lembrar que todos os condenados por formação de quadrilha recorreram da decisão, como se cada um dissesse: "meu crime é só meu!")
Todos que tenham sido julgados e condenados deveriam ser presos no bater do martelo e não passar um ano usufruindo do dinheiro público e zombando da justiça do país!
Enquanto supostos criminosos apodrecem em celas superlotadas, adquirindo as mais diversas doenças e aguardando julgamentos que poderiam inocentá-los, criminosos de colarinho branco aguardam julgamento em liberdade, são julgados em liberdade e permanecem em liberdade mesmo depois de condenados!
Jenoino e seus companheiros criminosos apresentaram-se tão somente para mostrar ao país que são cumpridores das leis. Eles sabem que ordem judicial é para ser cumprida.
Mas eles também exigem que a lei seja cumprida naquilo que lhes favorece.
Todos sabem e Lula não cansa de dizer:
"A LEI PARA O CRIMINOSO POBRE É UMA; PARA CRIMINOSOS DA ELITE, É OUTRA!"
Cumpra-se!

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