O TST (Tribunal Superior do Trabalho) julgou nesta segunda feira, 21, o dissídio coletivo dos trabalhadores dos Correios e determinou a volta ao trabalho a partir de amanhã, 22.
Apesar de acrescentar vinte cláusulas sociais ao acordo apresentado pela empresa, que continha apenas nove, o tribunal manteve a exclusão de outras cinquenta do acordo coletivo anterior, que trazia 79. Dentre essas cinquenta cláusulas que foram retiradas, ao menos quarenta eram financeiras, ocasionando uma perda de quarenta por cento no holerite dos trabalhadores, segundo os representantes da categoria.
O TST também ofereceu um aumento de 2.6% de reposição salarial relativos à inflação do período, o que não amenizam a perda em relação ao que os trabalhadores recebiam até antes da greve.
A Fentect, uma das federações que representam os trabalhadores, soltou comunicado ordenando que seus sindicatos orientem seus filiados a manterem a greve nas assembleias que ocorrem hoje e amanhã, que podem decidir pela manutenção ou fim da greve.

A Sintect RJ fez assembléia e aconselhou que todos voltassem ao trabalho amanhã. Foi isso que ficou decidido.
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