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Petrobras destrói gravações que poderiam comprometer a presidente Dilma.

Petrobras. foto: Tânia Rego/Agência Brasil
Para criminosos comuns, provas circunstanciais seriam suficientes para se comprovar o crime, mas para criminosos do colarinho branco nem mesmo provas materiais bastam. Mas é bom não correr riscos. E o governo tratou de destruir vídeos e gravações que registraram as reuniões que aprovaram as transações que deram prejuízos milionários à Petrobras. O simples fato do prejuízo do dinheiro público já implica no crime de responsabilidade, mas quem presidia o Conselho de Administração era a ex-ministra da casa Civil e hoje presidente reeleita Dilma Rousseff, logo, o responsável pelo prejuízo só poderia ser Cerveró, quem elaborou o parecer falho que viabilizava a compra de Passadena. Cerveró fora punido por Dilma com uma bela promoção. Uma mulher de coração tão bom não pode ser responsabilizada por crimes assinados e aprovados por ela própria. 
Mas a Petrobras já virou a página, quer viver uma nova história, com tudo limpo. E pra limpar e esquecer tudo, é preciso apagar as provas materiais que possam lembrar o crime anterior.

Veja reportagem completa aqui.
  

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