O conselho curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço
(FGTS) autorizou a transferência de até R$
10 bilhões do FI-FGTS para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES). O conselho é composto por 24 integrantes, dos quais a metade
indicada pelo governo e o restante por centrais sindicais e associações
patronais.
Houve apenas um voto contrário à proposta de repasse, da
Confederação Nacional de Serviços (CNS) e duas abstenções. O BNDES vai oferecer
ao FI-FGTS uma carteira de R$ 25 bilhões em projetos. A decisão pela escolha
das operações será do comitê de investimento desse fundo, também constituído
com representantes do governo (6 membros), dos trabalhadores (3) e dos patrões
(3). A rentabilidade mínima será de 7% ao ano mais TR e o prazo de resgate de
dois anos.
O governo quer que, de imediato, sejam repassados R$ 10
bilhões para o banco de fomento. Em seguida, prevê a criação de um fundo de
investimento em direitos creditórios (FIDC) com carteira de até R$ 15 bilhões
(juntando outro repasse programado de R$ 5 bilhões).
Fonte: Época Negócios

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