GOV. DO DISTRITO FEDERAL, AGNELO QUEIROZ (PT) DESQUALIFICA JUIZ. "Sou governador do DF e vou a qualquer hora no presídio e visito quem eu quiser..."
O governador do Distrito Federal, Agnelo Quieroz, em vez de tentar mostrar ao povo que sua administração é transparente e dentro da lei, prefere enfrentar a lei e mostrar que seu poder é maior que tudo.
Em resposta ao pedido do juiz Bruno Ribeiro, da Vara de Execuções Penais sobre apuração de irregularidades e privilégios de alguns presos da Papuda, o todo poderoso governador partiu para o ataque. Disse que Ribeiro não tem jurisdição sobre ele e que a afirmação é "despidas de qualquer indício de prática de atos ilegais e ilegítimos." Ainda sugere que a conduta do juiz, esta sim, deve ser apurada, por levantar suspeitas a partir de reportagens de jornais -os chamados ataques midiáticos.
Ora, a simples especulação de irregularidade levantada por um jornal de circulação nacional já não é indício suficiente para o governador pedir uma apuração no presídio? Seria, se os presos em questão não fossem seus amigos. Apesar de afirmar que se tiver qualquer irregularidade será feita toda investigação e a lei será aplicada de forma rigorosa e indistinta, o próprio governador confirmou e justificou uma irregularidade cometida por ele, quando perguntado sobre suas visitas ao criminoso José Dirceu. Sua prepotência e seu pouco caso com a lei ficam claros na sua resposta: "Sou governador do Distrito Federal e vou a qualquer hora no presídio e visito quem eu quiser no presídio." Se o governador da capital do país visita um criminoso em particular por mais de uma vez e isso não é privilegiar o preso, o que é então? Como pode afirmar que não há privilégios? Se fosse nos dias e horários permitidos, seria um privilégio até compreensível, pois seria um amigo ilustre visitando um criminoso ilustre, mas infringir as normas usando como escudo o cargo que ocupa é, no mínimo, abuso de poder. Não são as autoridades que estão impedidas de visitar os presídios, são presidiários que estão proibidos de receber seus amigos fora dos horários regulamentados!
O governador erra quando diz que não há indícios de privilégios, mas acerta quando afirma não ser preciso investigar. As irregularidades são claras e vão continuar até quando ele, que é a própria lei, quiser. E quem é esse juiz da VEP para querer mandar em um governador petista do Distrito Federal, não é, Agnelo Queiroz?
Em resposta ao pedido do juiz Bruno Ribeiro, da Vara de Execuções Penais sobre apuração de irregularidades e privilégios de alguns presos da Papuda, o todo poderoso governador partiu para o ataque. Disse que Ribeiro não tem jurisdição sobre ele e que a afirmação é "despidas de qualquer indício de prática de atos ilegais e ilegítimos." Ainda sugere que a conduta do juiz, esta sim, deve ser apurada, por levantar suspeitas a partir de reportagens de jornais -os chamados ataques midiáticos.
Ora, a simples especulação de irregularidade levantada por um jornal de circulação nacional já não é indício suficiente para o governador pedir uma apuração no presídio? Seria, se os presos em questão não fossem seus amigos. Apesar de afirmar que se tiver qualquer irregularidade será feita toda investigação e a lei será aplicada de forma rigorosa e indistinta, o próprio governador confirmou e justificou uma irregularidade cometida por ele, quando perguntado sobre suas visitas ao criminoso José Dirceu. Sua prepotência e seu pouco caso com a lei ficam claros na sua resposta: "Sou governador do Distrito Federal e vou a qualquer hora no presídio e visito quem eu quiser no presídio." Se o governador da capital do país visita um criminoso em particular por mais de uma vez e isso não é privilegiar o preso, o que é então? Como pode afirmar que não há privilégios? Se fosse nos dias e horários permitidos, seria um privilégio até compreensível, pois seria um amigo ilustre visitando um criminoso ilustre, mas infringir as normas usando como escudo o cargo que ocupa é, no mínimo, abuso de poder. Não são as autoridades que estão impedidas de visitar os presídios, são presidiários que estão proibidos de receber seus amigos fora dos horários regulamentados!
O governador erra quando diz que não há indícios de privilégios, mas acerta quando afirma não ser preciso investigar. As irregularidades são claras e vão continuar até quando ele, que é a própria lei, quiser. E quem é esse juiz da VEP para querer mandar em um governador petista do Distrito Federal, não é, Agnelo Queiroz?

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