Depois do evento denominado "Em defesa da Petrobras e do Brasil" realizado para atiçar a massa de manobra composta pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos Sem Terras (MST) e simpatizantes em defesa do Partido dos Trabalhadores, o Clube Militar postou uma nota em sua página na internet repudiando, além da pancadaria entre petistas e manifestantes opositores do governo, a declaração de Lula sobre o "exercito" de Stédile, líder do MST.
Veja a nota:
“Ontem, nas ruas centrais do Rio de Janeiro, pudemos
assistir o despreparo dos petistas com as lides democráticas. Reagiram
inconformados como se só a eles coubesse o “direito” da crítica aos atos de
governo. Doeu aos militantes petistas, e os levou à reação física, ouvir os
brados alheios de “Fora Dilma”.
Entretanto, o pior estava por vir!
Ao discursar
para suas hostes o ex-presidente Lula, referindo-se a essas manifestações,
bradou irresponsáveis ameaças: ” ..também sabemos brigar. Sobretudo quando o Stédile
colocar o exército dele nas ruas”.
Esta postura incitadora de discórdia não
pode ser de quem se considera estadista, mas sim de um agitador de rua
qualquer.
É inadmissível um ex-presidente da República pregar, abertamente, a
cizânia na Nação. Não cabem arrebatamentos típicos de líder sindical que ataca
patrões na busca de objetivos classistas.
O que há mais por trás disso?
Atitude
prévia e defensiva de quem teme as investigações sobre corrupção em curso?
Algum recado?
O Clube Militar repudia, veementemente, a infeliz colocação
desse senhor, pois neste País sempre houve e sempre haverá somente um exército,
o Exército Brasileiro, o Exército de Caxias, que sempre nos defendeu em todas
as situações de perigo, externas ou internas.”

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