O ministro da justiça, Luiz Eduardo Cardozo, deu uma entrevista nesta quarta feira ao jornal Folha de S. Paulo explicando o encontro realizado por ele com os advogados das empreiteiras envolvidas no escândalo da Petrobras.
Ele disse que é direito dos representantes dos acusados serem recebidos por autoridades. Questionado sobre o fato de sua agenda ocultar seus compromisso, alegou problemas técnicos percebidos agora -desde março de 2014 o site do seu ministério não apresenta atividades em 80 dias úteis.
O que dizia ter sido um encontro casual entre amigos passou a ser um compromisso agendado.
Um dia antes da entrevista a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou uma nota rebatendo as declarações do ex-ministro Joaquim Barbosa, que pedia o afastamento de Cardozo. Não se sabe se o ministro da Justiça se baseou na nota para justificar seu encontro fortuito ou se foi ele próprio quem a redigiu, o fato é que os argumentos são os mesmos.
Agora é aguardar a reviravolta que possa beneficiar os corruptos no caso Lava Jato e, principalmente, poupar os grandes nomes do PT.
Veja a entrevista na íntegra clicando aqui.
Veja a nota da OAB aqui.
Ele disse que é direito dos representantes dos acusados serem recebidos por autoridades. Questionado sobre o fato de sua agenda ocultar seus compromisso, alegou problemas técnicos percebidos agora -desde março de 2014 o site do seu ministério não apresenta atividades em 80 dias úteis.
O que dizia ter sido um encontro casual entre amigos passou a ser um compromisso agendado.
Um dia antes da entrevista a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou uma nota rebatendo as declarações do ex-ministro Joaquim Barbosa, que pedia o afastamento de Cardozo. Não se sabe se o ministro da Justiça se baseou na nota para justificar seu encontro fortuito ou se foi ele próprio quem a redigiu, o fato é que os argumentos são os mesmos.
Agora é aguardar a reviravolta que possa beneficiar os corruptos no caso Lava Jato e, principalmente, poupar os grandes nomes do PT.
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