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Lula é investigado por tráfico internacional de influência.

Documentos obtidos no Núcleo de Combate à Corrupção do Ministério Público do Distrito Federal  pela revista Época trazem o seguinte trecho:

 "TRÁFICO DE INFLUÊNCIA. LULA. BNDES.
Supostas vantagens econômicas obtidas, direta ou indiretamente, da empreiteira Odebrecht pelo ex-presidente da República Luis Inácio Lula da Silva, entre os anos de 2011 a 2014, com pretexto de influir em atos praticados por agentes públicos estrangeiros, notadamente os governos da República Dominicana e Cuba, este último contendo obras custeadas, direta ou indiretamente, pelo BNDES”.

O Instituto Lula foi aberto logo que o ex-presidente deixou o cargo, como meio de Lula seguir usando sua influência. Nas palavras da revista, “Lula deu início a seu terceiro mandato. Tornou-se lobista em chefe do Brasil”. Os destinos apontados por Época nos quais o ex-presidente teria exercido tráfico de influência são, principalmente, Cuba, Gana, Angola, Venezuela e República Dominicana.
O BNDES financiou ao menos US$ 1,6 bilhão com destino final à Odebrecht após Lula se encontrar, já como ex-presidente, com os presidentes de Gana e República Dominicana. As viagens para esses encontros foram bancadas pela empreiteira.


Esta relação criminosa foi enquadrada, inicialmente, em dois artigos do Código Penal: 337-C, que diz que é crime “solicitar, exigir ou obter, para si ou para outrem, promessa de vantagem a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público estrangeiro no exercício de suas funções, relacionado a transação comercial internacional”; o outro crime seria a suspeita de tráfico de influência junto ao BNDES, referente ao artigo 332 do Código.

Comentários

  1. Hoje, em São Paulo, Lula se defendeu:
    "Vejo nas revistas brasileiras, que são um lixo, as insinuações. Eles querem pegar o Lula, mas me chama para a briga que eu gosto"
    “Pega 10 jornalistas da Veja, da Época, e enfia um dentro do outro que não dá nem 10% da minha honestidade"
    O ex-presidente tenta manobrar a massa que comemorava o Dia do Trabalhador, como se as investigações partissem das revistas e não do Ministério Público do Distrito Federal.

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