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Dilma Rousseff veta correção do Imposto de Renda.

A inflação medida pelo IPCA em 2014 foi de 6,41 por cento, mas Dilma enviou uma proposta de correção de 4,5 por cento para a tabela do Imposto de Renda. O Congresso corrigiu para 6,5 e a presidente vetou, justificando que  este percentual "levaria à renúncia fiscal na ordem de 7 bilhões de reais, sem vir acompanhada da devida estimativa do impacto orçamentário-financeiro, violando o disposto no art. 14 da Lei de Responsabilidade Fiscal".
No tocante a gastos públicos nossa presidente não dá a mínima para a Lei de Responsabilidade Fiscal, mas quando se trata de fazer justiça com os trabalhadores, a lei é citada para justificar sua gana por mais impostos.
Corrigir a tabela do Imposto de Renda abaixo da inflação é o mesmo que aumentar o percentual a ser descontado daqueles com renda mais baixa, diminuindo ainda mais seu poder aquisitivo.
Segundo Pepe Vargas, ministro de Relações Institucionais, nova Medida Provisória insistindo no índice defasado de 4,5 por cento será enviada ao Congresso nos próximos dias.

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