DIREITOS TRABALHISTAS. A presidente Dilma reafirmou em seu discurso o compromisso com a manutenção de todos os direito trabalhistas e previdenciários.
Como todo discurso político, o compromisso com a verdade é o que menos importa no pronunciamento dos que estão assumindo o cargo neste primeiro dia do ano.
Logo após publicar uma Medida Provisória onde ataca por todos os lados justamente os direitos previdenciários e trabalhistas, a presidente tenta enganar mais uma vez com seu discurso vazio de verdades, reafirmando que manterá todos os direitos previdenciários e trabalhistas conquistados ao longo do tempo. Fará apenas alguns "ajustes". A sua justificativa para os cortes é que há excessos nos direitos adquiridos pelos trabalhadores. Um deles, como o auxílio doença que o trabalhador recebia pelo último salário passa a ser pela média dos últimos doze meses. O motivo é que o trabalhador passa a receber mais do que quando está na ativa, o que torna um desestímulo para voltar à ativa. Ora, o salário passa a ser mais porque deixa de descontar, entre outras coisas, justamente o INSS, e o tempo para sua aposentadoria para de ser contado. Depois, não é o trabalhador que escolhe se quer ou não voltar a trabalhar, são os médicos peritos que decidem isso.
Paralelamente a esses ataques da presidente aos direitos do trabalhador, o atual ministro da Defesa e ex governador da Bahia Jaques Wagner, dono de uma aposentadoria de R$ 29.000,00, sanciona a lei que dá direito aos ex-governadores como ele a terem até o fim de suas vidas, motorista e segurança particulares pagos pelo povo trabalhador.
Ataca-se excessos aqui, cria-se necessidades básicas ali.
Coincidentemente a presidente e o ministro são do Partido dos Trabalhadores... que ironia!!!
Logo após publicar uma Medida Provisória onde ataca por todos os lados justamente os direitos previdenciários e trabalhistas, a presidente tenta enganar mais uma vez com seu discurso vazio de verdades, reafirmando que manterá todos os direitos previdenciários e trabalhistas conquistados ao longo do tempo. Fará apenas alguns "ajustes". A sua justificativa para os cortes é que há excessos nos direitos adquiridos pelos trabalhadores. Um deles, como o auxílio doença que o trabalhador recebia pelo último salário passa a ser pela média dos últimos doze meses. O motivo é que o trabalhador passa a receber mais do que quando está na ativa, o que torna um desestímulo para voltar à ativa. Ora, o salário passa a ser mais porque deixa de descontar, entre outras coisas, justamente o INSS, e o tempo para sua aposentadoria para de ser contado. Depois, não é o trabalhador que escolhe se quer ou não voltar a trabalhar, são os médicos peritos que decidem isso.
Paralelamente a esses ataques da presidente aos direitos do trabalhador, o atual ministro da Defesa e ex governador da Bahia Jaques Wagner, dono de uma aposentadoria de R$ 29.000,00, sanciona a lei que dá direito aos ex-governadores como ele a terem até o fim de suas vidas, motorista e segurança particulares pagos pelo povo trabalhador.
Ataca-se excessos aqui, cria-se necessidades básicas ali.
Coincidentemente a presidente e o ministro são do Partido dos Trabalhadores... que ironia!!!

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