Como se já não bastassem os quase 6 bilhões desviados do Postalis, plano de previdência dos funcionários dos Correios, agora revela-se um esquema de propina no plano de saúde da quase sucateada estatal.
Os detalhes do esquema estão sendo revelados numa denúncia de delação premiada negociada na operação Lava Jato.
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, que teve acesso a trechos da denúncia, os principais beneficiários do esquema são os dirigentes da estatal ligados aos sempre denunciados Paulo Bernardo e sua esposa Gleisi Hoffman, ex-ministros das Comunicações e da Casa Civil, respectivamente. A suposta quadrilha seria formada por Nelson Luiz Oliveira de Freitas, ex-vice presidente de Gestão de Pessoas dos Correios; Alexandre Câmara, ex-diretor do Postal Saúde e Leones Dall'Agnol, ex-conselheiro da estatal. Segundo o delator, além do suborno inicial para fechamento do contrato, o bando recebia da Unibem Medicina e Segurança do Trabalho, uma mensalidade equivalente a 8% do total recebido pelos serviços prestados aos Correios.
Os detalhes do esquema estão sendo revelados numa denúncia de delação premiada negociada na operação Lava Jato.
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, que teve acesso a trechos da denúncia, os principais beneficiários do esquema são os dirigentes da estatal ligados aos sempre denunciados Paulo Bernardo e sua esposa Gleisi Hoffman, ex-ministros das Comunicações e da Casa Civil, respectivamente. A suposta quadrilha seria formada por Nelson Luiz Oliveira de Freitas, ex-vice presidente de Gestão de Pessoas dos Correios; Alexandre Câmara, ex-diretor do Postal Saúde e Leones Dall'Agnol, ex-conselheiro da estatal. Segundo o delator, além do suborno inicial para fechamento do contrato, o bando recebia da Unibem Medicina e Segurança do Trabalho, uma mensalidade equivalente a 8% do total recebido pelos serviços prestados aos Correios.

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