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CBF TENTA SUBORNAR A PORTUGUESA? A confederação teria oferecido 4 milhões para a Portuguesa desistir da série A de 2014.


De acordo com documentos exibidos pela ESPN Brasil, entidade teria proposto um acordo para que a Lusa desista de recorrer da decisão do STJD
O Campeonato Brasileiro de 2013 parece cada vez mais longe de acabar. Depois de torcedores da Portuguesa conseguiram na Justiça Comum uma liminar obrigando a CBF a devolver os pontos perdidos pelo clube no tapetão, e da subsequente resposta de um torcedor do Fluminense, que por sua vez conseguiu liminar determinando que a CBF mantenha a decisão do Tribunal Desportivo e garanta o Flu na primeira divisão, a entidade resolveu agir para tentar acabar de uma vez por todas com o imbróglio - e de maneira nada sutil.
De acordo com informações da ESPN Brasil, divulgadas no programa Sportcenter, a CBF teria enviado um documento à diretoria da Portuguesa oferecendo R$ 4 milhões para que o clube desista das ações na Justiça Comum e Desportiva e acate a decisão do STJD de disputar a segundona. O dinheiro seria uma espécie de empréstimo, referente ao adiantamento da participação da Lusa na Série B.
A CBF ainda oferece prazo até 2015 para que o clube devolva o dinheiro sem juros, em parcelas de R$400 mil ao mês.
A emissora exibiu o documento e afirmou que a Portuguesa teria decidido não aceitar a oferta. A proposta contem seis cláusulas que o clube deveria aceitar para receber os R$4 milhões. Os pontos de destaque do documento são:
- A Portuguesa renuncia de forma irrevogável e irretratável seu direito a questionar junto ao Poder Judiciário ou ao Tribunal Arbitral do Esporte (Suíça),  obedecendo o que dispõe [...] da decisão proferida pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva - STJD.

- A Portuguesa renuncia de forma irrevogável e irretratável ao direito de disputar o Campeonato Brasileiro da Série A de 2014, como qualquer decisão do Poder Judiciário ou qualquer outro Tribunal venha a lhe conceder esse direito por decisão de qualquer natureza, inclusive liminar, antecipação de tutela ou por decisão tramitada em julgado. 

Fonte: Goal


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