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TRABALHO ESCRAVO OFICIALIZADO EM CONTRATO. O contato trabalhista dos médicos cubanos é uma oficialização do trabalho escravo.

Exportação de escravos.

Toda polêmica causada com a chegada dos médicos cubanos ainda não chegou a um consenso. Que são médicos bem formados, bons e dedicados profissionais parece evidente. O que se questiona é justamente o tipo de contrato trabalhista.
Recentemente um desses profissionais pediu asilo no Brasil. Parece um caso isolado, mas o contrato é o mesmo do seus conterrâneos e mostra claramente um desrespeito para com esses profissionais.
Veja a reprodução do Facebook do deputado Ronaldo Caiado, a quem a médica procurou:

Ramona Matos Rodriguez

"A médica cubana Ramona Matos Rodriguez, que veio ao País trabalhar no Mais Médicos, fugiu do regime ditatorial cubano. Ramona estava na cidade de Pacajá. Cansada de ser explorada pelos governos brasileiros e cubanos, fugiu no último sábado e nos procurou.
 Ramona pediu ajuda a nós para conseguir asilo político. Vocês se recordam quando fizemos o alerta sobre o escândalo que era o Mais Médicos. Eu alertei que os médicos cubanos receberiam uma parte muito pequena dos R$ 10 mil pagos pelo Brasil, que eles seriam explorados.
 Ramona nos entregou cópia do contrato assinado. E sabe qual a surpresa? O contrato é intermediado por uma empresa que funciona como "gato". A "Comercializadora de Servicios Médicos Cubanos S.A." é a responsável pelos contratos. Ela recebe 400 dólares (R$800) dos R$ 10 mil. Outros 600 dólares (R$ 1200) são depositados em uma conta cubana e supostamente seriam pagos quando o médico retornasse. E o restante dos R$ 10 mil mensais? Para o bolso dos ditadores Castro.
 Já falei com a Comissão de Direitos Humanos da OAB e vamos entrar com o pedido de asilo, amanhã, no Ministério da Justiça! Se Ramona voltar para Cuba, será presa. A Polícia Federal já está atrás dela. Grampearam o seu telefone. A Liderança do Democratas agora é a embaixada de apoio aos refugiado cubanos. Ela vai ficar aqui. Daqui só sai quando estiver segura."

Claro que isso todos nós já sabemos. Ouvimos depoimentos de vários médicos confirmando receber pouco mais de mil reais, porém, se dizendo felizes por saberem que suas famílias estão "protegidas" em Cuba e que suas formações foram bancadas pelo governo do seu pais, logo era justo que ficassem com parte dos seus salários. 
Ora, ficar com parte dos salários como pagamento pelo investimento até que seria justo, mas tornar-se dono das vidas dos cidadãos nenhum pais civilizado faz isso. O que se vê são profissionais coagidos pela falta de liberdade, preocupados com seus familiares que ficaram em Cuba e ameaçados de prisão por descumprimento de regras escravagistas. Regras essas apoiadas pelo governo brasileiro para suprir sua falta de investimento na saúde. 
Com este contrato de trabalho cubano o Brasil está importando escravos!

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