Sem apoio dos sindicatos, que sempre são atrelados a partidos políticos, os caminhoneiros ameaçam greve em todo o país a partir desta segunda feira, 9. O objetivo é forçar a renúncia da presidente Dilma. Os caminhoneiros reclama que nenhum item da pauta apresentada na paralisação ocorrida no início deste ano foi cumprido pelo Palácio do Planalto.
"Os
caminhoneiros acordaram e vão acordar o País também. Não estamos mais fazendo
paralisação por nós, agora é pelo Brasil. A nossa principal reivindicação é a
saída da Dilma e de todos os seus subordinados", afirma Ivar Schmidt, um dos líderes do movimento, em um vídeo
postado na rede social.
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| Ivar Schmidt |
Segundo Schmidt, estabelecido um novo
governo, o movimento apresenta novamente sua pauta de reivindicações. Alguns pontos já defendidos
são a redução do preço do óleo diesel, a criação e o cumprimento da tabela do
preço mínimo do frete e a carência de 12 meses para quem tem financiamento de
caminhões concedido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
(BNDES).


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