Depois de sobrevoar as cidades atingidas pelo rompimento da barragem em Minas Gerais, a presidente Dilma constatou que de fato houve um desastre. Sem apontar nenhuma ação de ajuda por parte do governo, cobrou providências urgentes das empresas responsáveis pela barragem - sete dias depois do ocorrido.
Apesar de não assumir a responsabilidade pela fiscalização do cumprimento das normas de segurança nem liberar verbas para um socorro imediato, o governo se diz sensibilizado com as vítimas. "Quero manifestar às famílias imensa solidariedade", disse Dilma. "Vamos cobrar a multa da empresa e dos presidentes da empresa, providências".
Parece que o principal objetivo da viagem da presidente foi avaliar o tamanho da multa a ser aplicada e ver o quanto esse desastre poderia ajudar no rombo das contas pública. A mineradora será multada em R$ 250 milhões por descumprir "várias legislações federais". E a população que aguarde pacientemente pela solução dos problemas que só aconteceram por negligência do poder público.
Apesar de não assumir a responsabilidade pela fiscalização do cumprimento das normas de segurança nem liberar verbas para um socorro imediato, o governo se diz sensibilizado com as vítimas. "Quero manifestar às famílias imensa solidariedade", disse Dilma. "Vamos cobrar a multa da empresa e dos presidentes da empresa, providências".
Parece que o principal objetivo da viagem da presidente foi avaliar o tamanho da multa a ser aplicada e ver o quanto esse desastre poderia ajudar no rombo das contas pública. A mineradora será multada em R$ 250 milhões por descumprir "várias legislações federais". E a população que aguarde pacientemente pela solução dos problemas que só aconteceram por negligência do poder público.
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| Presidente Dilma sobrevoando Mariana-MG/foto:Roberto S. Filho |

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