Depois de uma semana cheia de compromissos inadiáveis - homenagens a escritores, entrega de casas populares, repressão à greve dos caminhoneiros, leitura dos dez mandamentos das Olimpíadas - a presidente Dilma encontrou uma brecha na agenda e visitará Mariana, a cidade onde fica o distrito de Bento Rodrigues, devastado pela lama em Minas Gerais.
A visita não irá acompanhada de investimento na recuperação ou de ajuda aos moradores desalojados e abatidos pelo desaparecimento dos seus familiares e parentes, mas leva a firmeza de uma governante que sabe cobrar responsabilidades, com pagamentos preferencialmente em dinheiro. Como fez com os caminhoneiros, Dilma avalia multar as empresas responsáveis pela barragem que cedeu na semana passada.
A visita não irá acompanhada de investimento na recuperação ou de ajuda aos moradores desalojados e abatidos pelo desaparecimento dos seus familiares e parentes, mas leva a firmeza de uma governante que sabe cobrar responsabilidades, com pagamentos preferencialmente em dinheiro. Como fez com os caminhoneiros, Dilma avalia multar as empresas responsáveis pela barragem que cedeu na semana passada.
“Se couber aplicação de multa por parte da área federal, nós
aplicaremos, seremos rígidos. Não tem essa história de achar que a pessoa não
pune. Vai ter punição. A responsabilidade ambiental é da empresa”, afirmou a
ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que deve acompanhar Dilma na visita de solidariedade que se estenderá até Colatina, no Espírito Santo.
A ida da presidente deve ocorrer amanhã, quinta feira, se não acontecer algo mais urgente até lá.
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| Dilma com o comitê olímpico/RJ |

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